| A VIDA ESPIRITUAL DO DIZIMISTA |
É uma graça ser convidado para ser dizimista. Quando se adere ao dízimo, colabora-se na propagação do Evangelho. Deus dá ao homem e à mulher a oportunidade de participar ativamente do seu plano de criação. Para fazer o Evangelho de Cristo chegar a todas as pessoas - seu primeiro objetivo - a Igreja necessita do dízimo. Se quisermos uma sociedade melhor, onde haja crescimento em fraternidade, solidariedade e partilha, devemos mudar nossa maneira de agir e pensar em relação ao dízimo. Ser dizimista é viver os preceitos que Deus nos transmitiu. É nosso compromisso, nossa fidelidade aos ensinamentos do nosso mestre Jesus, que veio para aperfeiçoar a lei. Ser dizimista é devolver a Deus o que lhe pertence. Sendo dizimista estou comprometido com a minha comunidade, concretizando a minha fé, pois dízimo é gesto de amor, é ato de fidelidade e de fé. Deus pede-nos um dízimo agradável. Como agir para oferecê-lo? O dízimo agradável a Deus é conseqüencia de uma vida de fé, de co-responsabilidade para com a comunidade. Portanto, o dizimista deve viver a caridade. Ela é exercida quando se quer o bem do outro; quando se procura fazer o outro crescer, fazendo-o enxergar a verdade e praticar a justiça; quando se mostra ao outro o caminho que leva a Deus. Sempre com alegria. O dizimista deve ter sempre em mente o cuidado de não oferecer a Deus: ter o santo "temor de Deus", que propiciará ao cristão uma vida de santidade. Jesus pede que sejamos misericordiosos. Ter misericórdia é perdoar, praticar a justiça, dizer sempre a verdade, auxiliar os irmãos em suas dificuldades, promovê-los, desejando-lhes todo o bem, e sempre com muita alegria. O exercício de oferecer o dízimo mensalmente nos ensina as mais belas lições no decorrer do dia-a-dia, como a alegria no serviço ao próximo, o desapego ao dinheiro, a superação das amarras do egoísmo, a regularidade, a perdoar, a confiar, a usar da justiça, da misericórdia, da fidelidade, da verdade; a aumentar a fé, a nos sentirmos participantes da obra de Deus. Essa experiência você precisa fazer. Marta Sampaio Lima Elia (fonte: Jornal O São Paulo) |